Living Russia

Apesar de achar a escrita a arte mais completa pela possibilidade de expressão literal, gosto muito da sensação e dos questionamentos que apenas imagens pode causar. Talvez por causa disso, sempre curti filmes sem narrativa, do estilo “Koyaaniskatsi”, “Baraka” ou “Nós que aqui estamos…”.
Esses dias porém, o Lucas, meu companheiro de apê filmmaker, me mostrou o “Man with the movie camera” (ou “Living Russia”), filme do russo Dziga Vertov de 1929, pioneiro nesse estilo.
O filme era mudo inicialmente, mas diferentes soundtracks foram adicionados a partir de 1996, o que só complementou a obra. Assisti à esse, com a trilha da Cinematic Orchestra, perfeitamente casado!
Obra prima dessas que não dá pra deixar de assitir, ou pelo menos deixar passando numa noite de fumaça!

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Sobre ariaround

25, santista, apaixonada e viajante em todos os sentidos...agora em Goa, na Índia. Amante da escrita, de lugares novos, crenças e pessoas.

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