A era das “minorias”

Cotas raciais em universidades. Em desfile de moda(!). Quadrilha da bicicleta. Marchas das vagabundas. Livro homossexualmente preconceituoso. Livro anti livro homossexualmente preconceituoso. Conscientização sobre pessoas “especiais” (argh!).  Protestos e protestos…

Se a ideia é todos termos os mesmos direitos, exaltando a igualdade, por que simplesmente não agimos/sentimos assim? Isso não depende do outro. Apontar o problema sem pensar no que fazer para resolvê-lo de fato, só chama mais atenção para o tal preconceito, e não para a solução.

Parece óbvio que todo mundo é “minoria” em algum momento, o que automaticamente vira maioria.

Não entendo toda a movimentação, quando ela, por si só, se coloca à margem. Se coloca exclusa.

Quem é, é. Nossa vida é a gente quem faz. Só é realmente atingido por julgamento, aqueles que os tem.

A maldade, o preconceito, assim como a bondade ou qualquer outro substantivo derivado de um adjetivo (ou de um conceito pessoal), estão nos olhos de quem vê.

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Sobre ariaround

25, santista, apaixonada e viajante em todos os sentidos...agora em Goa, na Índia. Amante da escrita, de lugares novos, crenças e pessoas.

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