Soneto em vê

Viso as vezes da voz
Que venera a vivência velada
por veias vastas de verdades

Vejo as vias da vitória
por vezes vexadas por velhos valores
vulneráveis à vaidades

Mas vós, que viestes para ver
o valor da vivência
que vibram ao ver a veemência do amor
não vagam em vão

Vêem virtude na vaia
vastidão no vazio,
vacinam-se da dor
e vencem o vício da vaga vida.

A.

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Sobre ariaround

25, santista, apaixonada e viajante em todos os sentidos...agora em Goa, na Índia. Amante da escrita, de lugares novos, crenças e pessoas.

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